"Se as coisas não saíram como eu quis, posso me dar por feliz, porque tenho o dia de hoje para recomeçar!" (Charles Chaplin)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Campanha quer arrecadar brinquedos para doar no Dia da Criança

“Sabe quanto vale um brinquedo esquecido? Um sorriso largo de criança”. Com este slogan um grupo de entidades está realizando campanha para sensibilizar a sociedade a fazer doações de brinquedos para crianças atendidas por diversas entidades de Fortaleza.  A intenção é dar a elas mais alegria no Dia da Criança. As entidades beneficiadas serão Associação Familiar Parque Água Fria, Casa do Sol Nascente, CDI, Espaço Vida Vida e Lar Amigos de Jesus.

Os brinquedos podem ser doados até o dia 5 de outubro em um dos seguintes locais:  Agências da Caixa, Colégio Espaço Aberto, Corpo de Bombeiros, Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-CE), Guarda Municipal, FIEC, Laboratório LabPasteur, lojas da Cagece, Shopping Benfica, Sol Nascente e Tribunal de Justiça do Ceará. No dia 9 de outubro, os brinquedos serão entregues em uma solenidade no 23º Batalhão dos Caçadores (23 BC), no bairro de Fátima.

Dentro do grupo que está promovendo a campanha estão ABO-Ce, ACERT, Cagece, Caixa, Corpo de Bombeiros, (CRECI-CE), Guarda Municipal de Fortaleza, Expressão Gráfica, Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Laboratório Pasteur e Unimagem, Marcograf, Rotary Clube, Rede Liderança FM, SECOVI, Shopping Benfica, Tribunal de Justiça do Ceará e União dos Escoteiros do Brasil.
A campanha, que acontece em setembro e outubro, começou em 2001. Depois de uma parada em 2003, voltou com novas parcerias em 2007 e 2008. Houve mais uma interrupção e retornou em 2011.

Nas seis edições realizadas foram arrecadados 45.850 brinquedos e beneficiadas mais de 50 entidades como a Associação Peter Pan, Lar Amigos de Jesus, Centro de Desenvolvimento Infantil, IPREDE, ONG Moradia e Cidadania e Programa Mesa Brasil, dentre outras que foram aderindo ao longo dos anos. Ano passado, a campanha arrecadou mais de oito mil brinquedos, beneficiando crianças de vinte e sete projetos e instituições.

Mais informações: Campanha Sorriso Largo – (85 3261 2531)

Fonte: Boa Notícia

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Sabor cearense


Panelada, buchada, carne de sol, baião-de-dois, camarão, lagosta, tapioca são algumas das comidas típicas da culinária cearense. Com um tempero peculiar, exótico e tropical esses sabores agradam o paladar de nativos e visitantes. Portanto, em geral, os pratos são originários dos colonizadores e índios que habitavam o Estado.

Cozinhar é a arte de preparar alimentos, contudo restaurantes em Fortaleza estão afiadíssimos nessa arte. O Arre Égua é um especialista em comidas regionais. Com uma decoração rústica, o restaurante oferece um cardápio diversificado com aperitivos nacional e importado, cura ressaca e Engambela Bucho. O Bar Arre Égua fica aberto as terças e quintas, a partir das 21h e o restaurante todos os dias, localizado na Rua Delmiro Gouveia, 420, Varjota.   

O Centro das Tapioqueiras, ponto obrigatório para turistas a caminho das praias é outro espaço para quem quer deliciar a famosa tapioca, sendo que, o cliente ainda pode degustá-la com recheio de camarão, frango ou carne de sol, se preferir doce, vem acompanhada com banana assada e goiabada com queijo. Abri todos os dias.

Símbolo da culinária cearense, a lagosta é um produto muito requisitado por turistas que visitam a capital cearense. A Sal e Brasa churrascaria oferece a seus clientes uma variedade de frutos do mar. Fica localizada na Av. Abolição, 3500, Meireles. O peixe também é considerado o prato mais tradicional da cidade, servido na maioria dos restaurantes.

Especialista em servir picanha na cidade, Divina Picanha fornece pratos à base desse tipo de carne além de pizzas, filés e outras delícias. Se o turista preferir por um ambiente descontraído, com decoração temática o lugar ideal é Kukukaia, restaurante com ambientação regional destaca-se também no oferecimento do espaço para todos os tipos de eventos.

Um cenário perfeito para curtir as férias e relaxar depois de horas de trabalho são as barracas de praias, instaladas em toda a extensão do litoral cearense sugerem variados pratos, sendo os mais procurados, o camarão, a caldeirada e caranguejada.  E Para quem busca se refrescar na Terra do Sol, a opção são as frutas tropicais que aparecem nos licores, batidas, sucos e refrescos.





      

sábado, 15 de setembro de 2012

Cearês


O Ceará é cheio de belezas naturais, uma cultura forte e um povo altamente acolhedor. Isso tudo não é novidade para os brasileiros, mas existe algo particularmente cearense, o seu modo de falar. O cearense é o único que usa uma afirmação seguida de negação. Exemplo: Você sabe onde fica o aeroporto? “Sei não”. Tem dinheiro pra me emprestar? “Tenho não”.

Entre outras coisas o cearense também é “fominha” e tem mania de comer algumas palavras e juntar tudo de uma só vez: Como é que é? “comé”, “O que diabo é isso?” “diabeisso”. Existem muitas coisas que só os cearenses podem proporcionar. E para você que vem ao Ceará, a Revista NORDESTE BRASIL traz a você algumas palavras* para não ficar perdido em uma (“numa”) conversa.

Abestado: Bobo. Ex: deixa de ser abestado.
Aperreado: Nervoso, apressado
Aperrear: Perturbar. "Pára de me aperrear, menino!"
Arengar: Brigar
Avexado: Apressado
Avia!: Se apressa. ("Avia, menino, vai tomar café!", segundo o Adauto)
Baitola: Gay
Cabôco: Homem. (Em Mundaú há um estabelecimento chamado "Pousada do Cabôco Sonhadó")
Casamento da Raposa: Fenômeno meteorológico bastante comum no Ceará, no qual chove e faz sol ao mesmo tempo
Cheio dos pau: Completamente bêbado
Cunhã: Pejorativo de mulher
Dar pitaco: Emitir opinião
Enredar: Dedurar
Ispilicute: Adjetivo para qualificar crianças bonitinhas. (Palavra derivada da expressão "Is pretty cute", utilizada pelos soldados norte americanos que durante alguns anos instalaram-se no Ceará)
Pastorar: Tomar conta do carro.
Quengo: Cabeça
Peba: Adjetivo aplicado a uma coisa ordinária
Pegar o beco: Caminho de ir embora
Pitéu: Mulher gostosa
Tá de bode: Está menstruada
Tô lascado: Estou ferrado
Vai prá China: Vai se danar


*Fonte: "Dicionário de Cearês", de Marcus Gadelha (Multigraf Editora Ltda).

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Ultimos dias para as inscrições do Fórum Global de Juventude

O Fórum Global da Juventude CIPD Além de 2014 acontecerá no Bali Nusa Dual Convention Center, em Bali, Indonésia, entre os dias 4 e 6 de dezembro. Podem participar jovens entre 18 e 30 anos de idade. O pré-requisito é que a pessoa conheça o Plano de Ação da CIPD e seja engajada nos temas.  O prazo para as inscrições acaba no dia 15 de setembro de 2012.
As vagas para o Fórum Global da Juventude são limitadas. Os candidatos serão selecionados com base em critérios definidos na inscrição. Devido ao alto volume de aplicações, apenas candidatos aprovados serão notificados.
Participe! As fichas para candidatura estão disponíveis em inglês, espanhol ou francês.
Você não poderá estar conosco em Bali? Então pode participar do Fórum de onde estiver, em qualquer lugar do mundo.
Se não pode ir ao Fórum, em Bali, você ainda tem a chance de participar plenamente como delegado virtual. As inscrições para a participação virtual abrem em 16 de setembro. Os delegados virtuais podem ser mais jovens – entre 14 e 30 anos de idade.
Os delegados virtuais participarão da conversa on-line sobre os temas do fórum em tempo real e, de 4 a 6 de dezembro, poderão acompanhar e contribuir para discussões online. Suas contribuições on-line irão alimentar diretamente o Fórum e moderadores garantirão que os pontos de vista dos delegados virtuais sejam representados nas discussões plenárias e nas recomendações. Como delegado oficial, o seu nome e o seu país serão incluídos no relatório que deverá ser preparado para o Secretário-Geral das Nações Unidas.
Serviço
Fórum Global da Juventude
Data:4 a 6 de dezembro de 2012
Local:Bali Nusa Dual Convention Center, em Bali, Indonésia
 
Fonte: juventude.gov.br

sábado, 18 de agosto de 2012

ONG's sobre o meio ambiente

Você quer saber mais sobre a situação do meio ambiente no Ceará e como as instituições estão agindo para a preservação, mobilização e conscientização? Segue abaixo uma lista de alguns sites e blogs onde você podera obter informações e quem sabe até fazer parte nos projetos.

VEGAN STAFF - CEARÁ
Site: www.veganstaff.org
E-mail: ceara@veganstaff.org


NAVE - NÚCLEO DE AGROECOLOGIA E VEGETARIANISMO
Contato: n.a.ve@grupos.com.br
Blog: www.n-a-ve.blogspot.com



ASSOCIAÇÃO CIVIL ALTERNATIVA TERRAZUL
E-mail: ternativa.terrazul@terra.com.br 
Site: www.terrazul.m2014.net

ASSOCIAÇÃO DE PESQUISA E PRESERVAÇÃO DE AMBIENTES AQUÁTICOS 
E-mail: faleconosco@aquasis.org
Site: www.aquasis.org

FUNDAÇÃO DE SAÚDE E INTEGRAÇÃO SOCIAL - CIS
E-mail: fundacaocis@gmail.com
Blog: fundacaociscoreau.blogspot.com.br

INSTITUTO DE ECOLOGIA SOCIAL CARNAÚBA
Site: www.carnauba.org.br 

ONG CACTUS
Blog: ongcactus.blogspot.com.br

ASSOCIAÇÃO CAATINGA
Site: www.acaatinga.org.br

UNIÃO MUSICAL ALTERNATIVA DO SERTÃO CENTRAL
E-mail: unimasc2012@gmail.com


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Feijoada de frutos do mar



Comer é um dos prazeres da vida e, pensando nisso, a Revista A Praia dá uma dica para os amantes da boa culinária, onde é possível encontrar um cardápio variado capaz de satisfazer paladares.

Esqueça a carne seca e a costelinha de porco. Camarões, lagosta, polvo e caldo de peixe fazem deste preto uma saborosa mistura de feijão branco com delícias do mar. A feijoada sem dúvida é um dos pratos mais populares do Brasil. Não há como resistir ao sabor do feijão mais bem temperado e repleto de ingredientes, mas de onde veio esta delícia?

Como símbolo da culinária nacional, a feijoada é uma mistura dos costumes alimentares europeus e a criatividade do escravo africano. Naquela época, a refeição dos escravos de Diamantina era composta basicamente de fubá de milho, feijão e sal.

Assim, o feijão misturado com farinha de mandioca ou fubá grosso de milho, antes de ser servido, virou prato tradicional naquela época. Pouco depois, acrescentou-se a este prato a carne, toucinho e farinha. Estava feita a primeira feijoada.

Hoje pode esquecer-se da linguiça, costelinha de porco, bacon e a carne defumada. A feijoada de frutos do mar é uma inovação originada da Espanha e preparada com feijão branco, peixe, camarão, lagosta e polvo.

Embora o feijão preto seja um dos pratos mais famosos da culinária brasileira, a irresistível Feijoada de Frutos do Mar que é servida no Boteco Praia titulada como melhor lugar para paquerar na cidade, é um dos pratos mais requisitados.

A ideia de acrescentar esse prato exclusivo no cardápio do restaurante veio de Edilson e Wellington, ambos gerente do estabelecimento onde conversando com alguns clientes resolverão aderir a Feijoada de Frutos do Mar como especialidade da casa, aos sábados e domingos.

De acordo com Jorlandio da Silva, chefe de cozinha, a intenção do prato é não perder a essência da feijoada tradicional, na qual cada ingrediente e acompanhamento têm papel fundamental na construção do sabor.

Além de ser um diferencial na culinária do local, a Feijoada de Frutos do Mar é rica em propriedades como zinco, ferro, vitaminas no complexo B que ajudam na manutenção do sistema nervoso central e na formação de glóbulos vermelhos, rico em magnésio, ajuda na formação dos ossos e ainda traz outros benefícios.

A vantagem dessa inovação é que pode comer sem se preocupar muito com a balança, pois diferente da feijoada tradicional que tem aproximadamente 1.000 calorias, a de Frutos do Mar tem menos da metade: 450 calorias.

Ficou com água na boca? Veja abaixo uma receita de feijoada feita pelo restaurante Boteco, o qual é o único restaurante de Fortaleza que tem em seu cardápio, Feijoada de Frutos do Mar.

RECEITA

MODO DE PREPARO

Ingredientes

400 g de feijão-branco Água

2 dentes de alho

1 ½ cebola pequena

40 ml de azeite

60 g de tomate pelado

2 tabletes de caldo de peixe

½ kg de gelo

1 kg de tentáculos de polvo

1 kg de lagosta

20 ml de óleo de soja

70 g de lula

70 g de camarão médio

1 g de coentro fresco

Sal

Pimenta

Modo de preparar

Na panela de pressão, coloque o feijão e cubra com água (3 centímetros acima). Tampe a panela e leve ao fogo médio. Espere começar a chiar e deixe cozinhar por mais 10 minutos ou até que os grãos fiquem macios. Escorra e reserve. Para preparar a base, amasse um dente de alho e pique meia cebola pequena. Numa panela, aqueça 10 mililitros de azeite e, em seguida, junte o alho. Deixe dourar e acrescente a cebola, o tomate e os tabletes de caldo de peixe. Refogue bem. Junte 0,5 litro de água e 100 gramas do feijão cozido e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Bata tudo no liquidificador e reserve. Reserve.

Coloque os tentáculos de polvo numa panela de pressão, cubra com água, junte 20 mililitros de óleo e a cebola pequena. Leve ao fogo médio e cozinhe por 10 minutos, contados após a válvula da panela começar a chiar (ou até o polvo ficar macio). Escorra, corte os tentáculos em pedaços de 6 centímetros de comprimento e reserve. Retire-as e reserve.

Corte a lula em anéis de 1 centímetro de largura e tempere-os com sal e pimenta a gosto. Frite-os numa frigideira com 10 mililitros de azeite e reserve. Faça o mesmo com os camarões, após descascados. Em uma panela grande, coloque 10 mililitros de azeite.

Adicione também o restante do feijão cozido e deixe ferver por 5 minutos. Sem desligar o fogo, incorpore o polvo, a lagosta, e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Em seguida, junte o camarão e a lula. Deixe mais 2 minutos. Desligue o fogo, jogue o coentro e mais 10 mililitros de azeite.

Dica especial:

Sirva com arroz branco ou arroz com açafrão. A receita também fica uma delícia acompanhada de uma farofa de dendê, farofa de ovos com camarão e couve manteiga e abacaxi no forno com banana, canela e vinho branco para ficar mais saboroso.

Fonte: Boteco Praia

Av. Beira-Mar, 1680.  Fone: (85) 3248.4773

Aberto todos os dias (às sextas, sábados e domingos, a partir do 12h)

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Memórias da escravidão no Ceará




O Museu Senzala Negro Liberto está localizado no município de Redenção, a 50 km de Fortaleza, capital do Ceará. Este espaço guarda memórias da história brasileira desde o século XVIII. Criado em 2003, o museu é composto por canavial, senzala, casa grande, moageira e uma unidade de produção da aguardente Douradinha, envelhecida em tonéis de bálsamo por 30 anos. O sítio onde o museu está localizado foi construído pela família Muniz Rodrigues, em 1873.

O engenho é outro atrativo do museu, pois a máquina de moer a cana foi fabricada na Escócia, em 1927. Atualmente, o museu funciona de agosto a setembro, produzindo entre 8 a 15 litros de caldo de cana por dia para a produção da cachaça. Funcionando a vapor, esse equipamento utiliza o bagaço da cana de açúcar como combustível.

Como marco histórico, a Vila de Acarape, hoje Redenção, foi o primeiro município brasileiro a dar alforria aos negros cativos. Esta ação foi executada antes da assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel.
Sendo a primeira província do Brasil a abolição da escravatura, em 1883, o sítio se tornou referência. A Casa Grande, antigo Engenho Livramento, é repleta de histórias dessa época. Sendo passado de geração a geração, hoje, os responsáveis pela manutenção da área são Hipólito Rodrigues de Paula Filho, conhecido como “Potin” e sua filha Eneida Muniz Rodrigues, membros da família de Juvenal de Carvalho.

A fazenda, que possuía 100 hectares de terra, cresceu bastante depois de ser comprada por Juvenal.  O piso da Casa Grande, em mosaico português, é original do século XVIII. Vale lembrar que a fabrica de cachaça, produzida pelos escravos, está no mercado há 138 anos, sendo que, a cultura própria daquela época, continua sendo preservada, conforme se pode observar pelo artefato preso na varanda (uma cabeça de boi).
A senzala é outro grande ponto do museu, localizada no subsolo, o espaço é muito pequeno e cheio de morcegos, marcas visíveis da crueldade imposta pelos senhores aos negros.  

Histórias
Na varanda da Casa Grande fica um sino com a seguinte frase “Sino para anunciar a labuta” (labuta significa “trabalho penoso”), de acordo com a lenda,  se alguém tocar no sino, caso seja solteira, após o toque nunca mais se casará, ou se for casada, em pouco tempo se separa ou fica viúva.
Outro grande fato foi à morte de uma escrava na fazenda. Conta-se que a escrava cuidava do único filho do senhor Simão e, por descuido, deixou a criança cair, causando acidentalmente a morte do menino. O senhor revoltado, espanco-a, torturando-a durante dias e em seguida, foi enterrada viva no local da senzala, próximo aos troncos.

Na casa também está preservado o documento que traz o nome antigo do município que se chamava Calaboca. Esse nome veio porque na antiga Acarape existia um mosteiro de frades, com a presença de indígenas, quando os frades se reuniam para as orações, os índios começavam a fazer barulho e os frades ordenavam que calassem a boca.

Castigos
  • Tronco – Os escravos que eram encontrados dormindo ou sem trabalhar no horário do serviço, eram levados até o tronco. Lá, eram expostos para que as pessoas que passassem no local pudessem açoitá-lo.
  • Vira mundo – Os escravos ficavam amarrados das 18 horas até as 5 horas do dia seguinte, com os pés e as mãos presas a um instrumento de ferro.
  • Sala dos Troncos – Os escravos eram surrados com chicotes feitos com bacalhau a couro cru. Na época, cada ponta do chicote continha lâminas, pregos, ferro etc. Após o castigo, eles eram banhados com água misturada com sal, vinagre, pimenta e urina de animal.
  • Solitária – Caso houvesse tentativa de fuga, os escravos eram mantidos em um pequeno espaço fechado permanecendo, neste local sombrio, por sete dias.